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Reflexões sobre o Concurso Literário

O concurso literário promovido pelo site chegou ao seu fim, como imagino todos saibam. Foi um aprendizado, uma lembrança de que há pessoas do outro lado, de que não estamos isolados em um mundo de computadores, máquinas e robôs, de que do outros lado ou em qualquer ponto da internet há um outro ser humano, tão humano quanto nós.


Dessa forma, por não estarmos escrevendo para inteligência artificial, temos que ver como as dúvidas de um e de outro ou os pequenos erros cometidos pelo site ou o que parecia simples e fácil, foi afinal de contar percebido de pelo público leitor.


Tudo isso pode ser transportado para o mundo dos aluguéis. O regulamento do concurso pode ser comparado com um contrato, ele é fácil de entender? Qualquer pessoa entende? É possível de ser cumprido? Há erros? Há erros fáceis de resolver ou quase catastróficos?


Ler cada conto equivale a analisar cada proposta, que por isso deve ser lida com cuidado, prestando atenção em cada palavra. Algo chamou atenção? Por qual razão? É algo positivo ou negativo? Como premiar essa pessoa?


Escrever cada conto também merece cuidado, pensar no que será escrito, refletir sobre cada palavra, depois ler e reler o texto para ter certeza de que tudo ficou do jeito que queria, sem erros, faltas ou frases sem sentido. Está tudo do jeito que deveria ser?


Por isso mesmo que escrever um anúncio alugando um imóvel também requer cuidado, o anunciante tem que passar a mensagem, mostrar porque seu imóvel merece ser alugado, o que ele tem, descrever corretamente mas sem ser enfadonho. Existem as fotos, mas descrever bem o imóvel faz muita diferença.


E o leitor do anúncio também deve ler atentamente, entender o que está sendo alugado e refletir se aquele imóvel é realmente o que ele quer. Perto de escola? Perto de comércio? Região tranquila? Muito transporte público? Imóvel grande? Pequeno? Tem condomínio? Está na rua? Essas são apenas algumas das perguntas que devem ser feitas.


Cada um desses itens faz parte desse grande aprendizado (chamado vida? Ou estou sendo muito presunçoso?), ler cada um dos contos, atentamente e mais de uma vez, serve para nos lembrar que fazemos as coisas para outras pessoas, não para máquinas ou androides.


Devemos ser cuidadosos pois isso torna cada uma de nossas ações melhor, melhoras aspectos de nossas vidas fazendo agindo dessa forma. Isso serve para anúncios, artigos, contos, decoração e todo o resto. Como fazemos uma coisa, é como fazemos todas as coisas. Não é para ser perfeccionista, paralisado pelo medo de que as coisas não fiquem “perfeitas”, mas para fazer o melhor possível, com cuidado e carinho.


Seja oferecer um imóvel, morar em um imóvel alheio, escrever um conto, publicar, fazer um concurso, é para qualquer coisa e tudo.


Simples assim.

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